RN registra 5 casos suspeitos de coronavírus, aponta novo boletim da Secretaria de Saúde

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O Rio Grande do Norte tem atualmente cinco casos suspeitos do novo coronavírus. É o que consta no novo boletim da doença, divulgado nesta segunda-feira (2) pela Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap). Na última atualização oficial, divulgada na sexta-feira passada, o número era de seis casos suspeitos registrados, um a mais que no novo boletim.

Segundo a pasta, outros quatro casos foram descartados e mais quatro foram excluídos. Os casos só são oficialmente reconhecidos como suspeitos após a confirmação do Ministério da Saúde, o que ainda não ocorreu com todos. Os números divulgados pelas secretarias estaduais e o MS não são necessariamente iguais, já que os órgãos têm horários e procedimentos distintos para apresentação de seus boletins diários.

O boletim aponta que dos cinco casos suspeitos, quatro são de pessoas que residem em Natal e uma mora em Parnamirim, na Região Metropolitana.

Todos os casos suspeitos aguardam confirmação laboratorial. Um deles está sob investigação no Laboratório Central do RN (Lacen-RN) e o prazo de análise é de até 72h. As amostras coletadas dos outros quatro casos foram enviadas ao Instituto Evandro Chagas (IEC), no Pará, com prazo de até sete dias para liberação dos resultados.

Segundo a Sesap, o protocolo indica que a coleta seja feita após o primeiro relato dos sintomas, e uma análise inicial é realizada no Lacen-RN. Caso seja detectado outro vírus respiratório, diferente do coronavírus, o caso é considerado descartado. Em caso de resultado negativo ou inconclusivo para influenza, a amostra é enviada para o laboratório de referência nacional, o Instituto Evandro Chagas, no Pará.

Os cinco pacientes suspeitos apresentam vínculo epidemiológico. De acordo com a Sesap, eles “seguem em estado geral bom, em isolamento domiciliar, medida recomendada para casos sem complicações clínicas, conforme Protocolo Clínico Estadual e Nacional”.

Em coletiva à imprensa na sexta-feira passada, a Sesap explicou que houve uma redefinição para os casos suspeitos, que podem aumentar o número. Apesar disso, a pasta disse que não há motivos para alarde e nem significa que haja um surto.

G1

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