Do “cheirinho” ao outro patamar: Flamengo inicia a Libertadores como bicho-papão do continente

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Na próxima quarta-feira, o Flamengo estreia na Libertadores 2020 com a missão de defender seu título.

O primeiro adversário será o Junior Barranquilla, da Colômbia, que já tinha entrado no caminho rubro-negro na semifinal da Sul-Americana de 2017.

Na ocasião, o Fla levou a melhor, mas perdeu a final para o Independiente, da Argentina.

Era o início de processo para deixar o “cheirinho” no passado e passar a viver em um “outro patamar”, com títulos expressivos.

De lá para cá, o Flamengo se fortaleceu até conquistar o Brasileiro e a Libertadores em 2019. Este ano, iniciou bem a temporada com mais dois troféus, o da Supercopa e da Recopa, além de ter levantado a Taça Guanabara.

No duelo com o Junior Barranquilla em 2017, o Flamengo venceu por 2 a 0 na Colômbia, com dois gols de Felipe Vizeu e uma defesa de pênalti de César.

No jogo de ida, no Maracanã, a equipe já havia batido o adversário por 2 a 1. A evolução desde aquela temporada também pode ser medida pelo investimento.

Em 2017, o clube gastou R$ 81 milhões na compra de direitos econômicos, com destaque para Everton Ribeiro e Berrío. Na temporada 2018, o valor aumentou para R$ 119,8 milhões. Naquele ano, Vitinho, Piris da Motta e Dourado, entre outros, foram contratados.

A mudança de patamar aconteceu realmente em 2019, quando o Flamengo abriu os cofres de vez e investiu R$ 234,6 milhões, com destaque para Arrascaeta, Gerson, Bruno Henrique e Rodrigo Caio. No segundo semestre ainda chegaram atletas como Filipe Luís, Rafinha e Pablo Marí, que fortaleceram ainda mais a equipe. Todos foram titulares.

Resultado: títulos do Carioca, Brasileiro e Libertadores. Em 2020, o clube já comprou os direitos e Gabigol, Michael, Léo Pereira e contratou jogadores de peso por empréstimo, como Pedro e Thiago Maia.

Mas um divisor de águas para o Flamengo foi a chegada de Jorge Jesus, que revolucionou o dia a dia do Ninho do Urubu e a forma de o time jogar, sempre para frente, do jeito que a torcida gosta. O Maracanã ficou pequeno. Com o português no comando, são apenas quatro derrotas.

Respeito no continente aumenta

O poderio mostrado na Libertadores e no Mundial de Clubes aumentou ainda mais o respeito do Flamengo no continente. Na Colômbia, o jornal “El Heraldo” destaca que o time chega para o duelo com o Junior Barranquilla como o “Rei da América e do Brasil”, um “dream team” comandado em campo por Gabigol e uma constelação com Filipe Luís, Diego Rafinha, Arrascaeta, além do técnico Jorge Jesus.

Jornal "El Heraldo" sobre o Flamengo — Foto: Reprodução

Jornal “El Heraldo” sobre o Flamengo — Foto: Reprodução

GE

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